Irmã de Mariah Carey, Alison Carey presa por prostituição

Irmã de Mariah Carey, Alison Carey presa por prostituição

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A irmã de Mariah Carey, Alison Carey, foi detida por um polícia à paisana por alegadamente ter oferecido favores sexuais em troca de dinheiro.

Alison Carey, irmã da cantora norte-americana Mariah Carey foi alegadamente presa em Saugerties, Nova Iorque, por se prostituir. A notícia foi avançada pelo jornal norte-americano “Daily Freeman”.

Segundo esta publicação, Alison, de 55 anos, foi detida por um polícia que se fingiu interessado nos seus serviços, passando por cliente, e que conseguiu recolher informações suficientes para acusar a irmã da cantora de “solicitar dinheiro em troca de favores sexuais”.

Em esclarecimentos ao “Daily Freeman”, a polícia afirmou que preparou a “armadilha” depois de ter visto um anúncio “online” em que Alison oferecia os seus serviços. “Sou uma mulher bonita à procura de homens que queiram passar algum tempo de qualidade e queiram entrar num mundo de prazer que nenhuma outra mulher consegue proporcionar“, podia, segundo a polícia, ler-se no anúncio.

Fonte próxima de Marey Carey afirmou à revista norte-americana “People” que a cantora “toma conta da sua família e que tenho a certeza que isto lhe deve doer muito“.

A mesma fonte avançou que Alison e Mariah Carey estão distantes “há alguns anos”.

Esta não é – de longe – a primeira vez que a irmã de Mariah Carey é notícia. Em Março de 2016, Alison enviou um pedido, através de carta aberta, à cantora, afirmando ser portadora de HIV positivo. “Mariah, eu adoro-te e preciso da tua ajuda desesperadamente. Por favor não me deixes assim” disse Alison num vídeo publicado pelo jornal inglês “Daily Mail”.

A este, o irmão de ambas, Morgan Carey, refere que a cantora era a única pessoa que podia ajudar Alison com os seus problemas e que “o mínimo que ela [Mariah] podia fazer era colocá-la num bom hospital e garantir que recebe os cuidados que precisa“.

O chefe da esquadra que prendeu Alison ainda deixou o aviso no jornal local às pessoas que possam ter tido relações sexuais com a mesma para consultarem o médico, especialmente se essa relações foram sem protecção.

JN

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