Famosos de Moçambique Azagaia e o Movimento 6 de Maio

Azagaia e o Movimento 6 de Maio

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O músico Azagaia disse na sua página do facebook que esta a reactivar o fracassado Movimento 6 de Maio com o cabelo, afirmando na sua publicação que não irá cortar antes do fim da guerra.

Estou a voltar a activar o Movimento 6 de Maio com o cabelo. Não vou cortar o meu cabelo até que esta guerra acabe. E esta é só a primeira das 10 exigências!

Quem quiser fazer a revolução, que me siga.

Cubaliwa!

Povo no poder! 

Isto acontece num momento em que o público se ia esquecendo do seu envolvimento com as drogas.

A pergunta que paira é:

Será que ele  realmente deixou de consumir as drogas?

E antes que a gente fizesse tal pergunta, na noite de terça-feira ele publicou no seu facebook que estaria no Posto Policial de Zimpeto, porque foi encontrado com drogas.

Minutos depois, noutra postagem afirma sofrer de  Epilepsia e que a  Suruma era o seu remédio tradicional.

Eu sofro de Epilepsia e acabo de sair duma crise. A Suruma é meu remédio tradicional. A Polícia não aceita e está a deter-me.

 Quando este episódio parecia estar a ser esclarecido com o pedido de aparição e esclarecimentos no polémico programa televisivo “Atracções”, eis que no fim do dia de ontem o Rapper moçambicano apareceu fazendo uma demonstração de como usar a Suruma (Cannabis Sativa).

Este facto levantou um alvoroço nas redes sócias dividindo a opinião  do público.

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19 COMENTÁRIOS

  1. Nao critiquem pra nao serem criticados,antes de criticar procurem saber os porques do nosso salvador usa essa tal substancia so assi havera soluçao se voces querem ajudar.
    Agora é seguinte so podera criticar a pessoa que acha que nao tem nenhum vicio nao importa qual seja mbora la…..

  2. eu xtou longe de ti mas faço de tudo para estar perto os primeiros discos originais da minha vida foram teus o BABALAZE e agora o CUBALIWA… DEIXA ESSA MERDA DE DROGAS E FAÇA O GOLPE DE ESTADO QUE PROMETESTE FAZER NO BABALAZE NA MUSICA “EU NAO ME CALO MESMIO“… eu estou a rezar para que ti livres deste amal mano AZA…

  3. paises do outro mundo fazem pesquisas e estao a usa.las aos fins terapeuticos. eu penso que falamos a toa sem nehum conhecimentos de causa. ler, informar.se antes de julgar aos outros.

  4. Lamento muito, mano Aza – Edson da Luz , agente sempre esteve e continuaremos contigo, mas pra tal tb tens ki estar do nosso lado, o facto de gostarmos das suas musicas é mais do qui evidente ki nos identificamos com seus ideiais…mas SURUMA nao leva á nimguém a um bom caminho, por favor liberta-te e vive uma vida saudavel junto das sua fdamilia…a 2 anos atras por causas do seu envolvimento com as drogas perdeste seu emprego, sua familia e mt mais e e graças ao programa do FRED ( ATRAXOES) consiguiste resgatar a sua familia, agora voltaste para a ESTACA ZERO denovo as drogas? Dezeste que é um médicamento para ti, podes crer qui agora pode ti fazer bem mas por causa do poder ESTUPACEUTICO podes ter uma recaida grave….MAS UMA VEZ SOMOS SEUS SEGUIDORES E NOS IDENTIFICAMOS COM SEUS IDEIAIS – MANO AZA

  5. Triste para um pais que precisa de pessoas exemplares!conhecereis a verdade e a verdade vos libertará,venha a uma das igrejas universal há pessoas que podem lhe ajudar!que Deus seja contigo

    • A brasileira Anne Fischer, de 5 anos, garantiu com a Justiça do Distrito Federal o direito de importar e usar o medicamento Canabidiol, conhecido por CBD, extraído da maconha. Com o tratamento, a garota que sofre de encefalopatia epilepsia infantil encontrou na substância a única forma de controlar suas crises convulsivas.

      O polêmico caso despertou mais uma vez nossos olhos para o assunto conhecido como “maconha medicinal”. Como explicou o Dr. Profº Guilherme Peres Messas, do Depto de Psiquiatria e coordenador do curso de pós-graduação em Psicopatologia Fenomenológica da Santa Casa de São Paulo, “é necessário separar o joio do trigo”, principalmente em uma situação delicada como essa.

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      “Há elementos químicos na maconha que têm efeitos médicos. Assim como quando uma pessoa vai ser operada e recebe um anestésico que tem vários elementos retirados do ópio e da heroína. Isso existe. A grande questão é o termo ‘maconha medicinal’. Não podemos confundir seus componentes químicos de uso médico com o uso recreativo da planta, que não é recomendado”, afirma.

      Dentro da Cannabis sativa, elemento ativo da planta, existem mais de 60 substâncias presentes, chamadas de canabinóides. “Um desses canabinóides, conhecido como THC, é o responsável pelos efeitos negativos da maconha, como alucinações e dependências, mas também pelos positivos como bem-estar e relaxamento”, diz o Dr. Profº Francisco Silveira Guimarães, do Depto. de Farmacologia da USP de Ribeirão Preto, que junto dos também professores José Alexandre Crippa e Antonio Waldo Zuardi escreveu o livro “Cannabis e saúde mental – Uma revisão sobre a droga de abuso e o medicamento”.

      Segundo Guimarães, o THC ainda é um potente anti-hermético (contra vômitos) e que aumenta o apetite do paciente. “Isso fez com que alguns cientistas e médicos propusessem o uso da maconha liberado para pacientes com câncer terminal, já que você pode aumentar o apetite e diminuir os sofrimentos como vômitos causados pela quimioterapia. Alucinações e dependência não existem nesses casos, já que as doses são controladas”, conta.

      Não parece satisfatório? Pois outro canabinóide da maconha, conhecido por Canabidiol (CBD), tem o mesmo potencial terapêutico, se não maior, e não produz os efeitos indesejáveis como dependência e alucinação – o famoso “barato” da droga.

      “Temos evidências em Ribeirão Preto do CBD agindo contra ansiedade, psicoses, esquizofrenia, convulsões e muitos outros. E não são estudos só com animais em laboratórios, são clínicos, com humanos. Também sabemos que pode ser usado no tratamento do câncer, HIV, como anti-inflamatório e melhora do bem-estar em diversas doenças”, diz Guimarães. E acrescenta: “Ninguém aqui está propondo o uso terapêutico da maconha recreativa. Essa substância CBD é retirada da maconha. Até no caso da menina com epilepsia ela foi utilizada”.

      Foi aprovado em 11 países do mundo um remédio em spray chamado SATIVEX, feito metade de THC e metade de CBD para o tratamento de espasmos e esclerose múltipla, ajudando na dor de cancro e dor neuropática de outras origens.
      Mas então os usuários desse medicamento vão sofrer com os efeitos negativos do THC? Não. “O CBD também produz efeitos que antagonizam os negativos do THC, mas não os positivos, sobrando só as coisas boas das duas substâncias”, esclarece Guimarães. O preço sugerido do medicamento é de 124,95 dólares (cerca de R$ 276,14). No Brasil, a comercialização está sendo analisada pela Anvisa – sem muitas esperanças.

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